Autorretrato: Marcus Vinícius

Me chamo Marcus Vinícius mas por vezes me chamam de Marquinhos, então fiquem bem a vontade ao se dirigir a minha pessoa, sou carioca do Engenho de Dentro, professor de Educação Física atividade que não exerço por me reconhecer e me identificar com o papel de educador social e mediador de boas ideias para a construção de um mundo mais bacana a todos e todas.

Tenho  37 anos, do signo de sagitário (arqueiro gentil , filho de Saturo, com um humor do cão), gosto do diálogo, da liberdade de ser e de pensar, tenho pouca vocação a competição (acho que por ter Macunaima e Saci como figuras que me guiam) mas não fujo a luta diária. Gosto de olhar  o cotidiano, as cores, as coisas, suas formas e transformações,  a música  e a fotografia pontuam boa parte desta leitura que faço do mundo e são companheiras inseparáveis por todo o dia (por entender que a cultura é renovadora e provoca uma ebulição no pensar).

Gosto de gente que criam ciclos e não daquelas que andam em círculos, digo que amo os amigos e parceiros (mas também brigo com estes que gosto), costumo me definir com uma  frase de Clarice Lispector autora que faz minha mente fervilhar: “Liberdade é pouco o que desejo ainda não tem nome”, após apresentações feitas sigamos para nosso contato e conexão oque nos trará bons diálogos.

Marcus Vinícius

2 comentários sobre “Autorretrato: Marcus Vinícius

  1. Marquinhos, que apresentação mais linda! Identifiquei-me muito com suas palavras, sobretudo as que apontam para o sem-nome do que pode vir a ser o mundo…
    Sigo na leitura dos textos, e aguardando novos dizeres a polinizarem o que está para além do nome.
    Um abraço deste seu conterrâneo!

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